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As recentes chuvas que atingiram a Região Metropolitana do Recife (RMR) desde o último dia 12 de maio trouxeram alívio para parte do sistema hídrico, elevando significativamente os níveis de importantes barragens da região. Entre elas, destacam-se as barragens de Bita, localizada em Ipojuca, e Utinga, que até janeiro deste ano estavam sob risco iminente de colapso. Ambas, assim como Pirapama e Sucupema, no Cabo de Santo Agostinho, e Duas Unas, em Jaboatão dos Guararapes, alcançaram sua cota máxima de acumulação e estão atualmente vertendo.
Apesar da melhora no Grande Recife, o cenário no Agreste pernambucano continua preocupante. A barragem de Jucazinho, situada em Surubim, opera com apenas 2,98% de sua capacidade total, sem registro de chuvas suficientes para reverter o quadro. Já a barragem de Brejão, em Sairé, apresentou leve recuperação, saindo de 3,78% para 11,13%, graças às precipitações recentes.
De acordo com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), a elevação nos volumes de alguns reservatórios representa um alívio para cidades que enfrentam dificuldades no abastecimento, como Bezerros, que depende diretamente de Jucazinho. A estatal mantém a expectativa de que o cenário continue melhorando com o avanço do inverno e a intensificação do período chuvoso.
Além das barragens que atingiram a capacidade máxima, outros mananciais importantes na RMR também registraram aumento no volume de água: Tapacurá, Várzea do Una, em São Lourenço da Mata, e Botafogo, em Igarassu.
A Compesa avalia que, caso as chuvas persistam, será possível manter o abastecimento hídrico até o próximo inverno dentro dos padrões atuais, podendo inclusive melhorar a distribuição em algumas localidades. Ainda assim, o Agreste segue em estado de atenção, com necessidade de monitoramento constante.
Fonte: pernambuconoticias.com.br